O que eu mais detesto nesses curtas feitos por fãs de universos como Star Wars é que as vezes eles são tão bons, mas tão legais, que a gente fica querendo mais. Em Hoshino, nós acompanhamos a história da Mestre Jedi Ko Hoshino que, enquanto monta seu sabre de luz, relembra seu mestre, seu treinamento e talvez a maior lição de todas.

Infelizmente o filme está inteiro em inglês e sem legenda, mas a narrativa tá tão bonitinha que dá pra entender mesmo sem os diálogos.

Agora que você já assistiu, ou se você quiser continuar lendo mesmo sem ter assistido… Uma das coisas mais legais desse filme é que, além de incrivelmente bem feito, a narrativa é simples mas isso não quer dizer que ele é menor, muito pelo contrário. Com uma protagonista asiática e deficiente visual esse curta tem mais diversidade de representação do que quase todos os filmes de Star Wars.

Não me entenda mal, eu amo Star Wars e irei defendê-lo, mas apesar das animações já possuírem um pouco mais de diversidade, e Rogue One: Uma História de Star Wars ter um elenco masculino etnicamente diverso, no quesito representação feminina a franquia ainda está um tanto atrás. Além disso Ko é uma aprendiz negligente e arrogante, uma representação feminina que raramente se permite dentro de narrativas de formação de heróis. Anna Akana, a atriz que interpreta Hoshino, tem um canal bem divertido no youtube, vale a pena acompanhá-la.

E se você gosta de saber como as coisas são feitas, eles liberaram também um making of do filme!

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